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Jueves 18 de Enero de 2018
03:37 am
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Para conhecer o Rio, o ‘cristão’ tem que andar a pé
O livro ‘Rio, papel e lápis’, do desenhista Cássio Loredano, inspira um passeio a pé por cartões postais do centro do Rio de Janeiro
Fruto de um casamento triunfante entre natureza e construção, o Rio de Janeiro é... lindo. Não há outra maneira de se referir à cidade das praias, dos morros e de belas construções históricas, que incluem prédios públicos, igrejas e praças. Quem vive no Rio, carioca ou não, sabe bem disso, mas muitos ainda não experimentaram a beleza da cidade olhando de perto suas riquezas – o que só é possível de se fazer a pé. Quem é de fora, nem falar.

Sugestões de passeios a pé, no entanto, não faltam. O que faltava, até o momento, era um percurso que resgatasse, com tintes históricos e culturais, a essência da cidade construída e retratasse sua personalidade longe dos batidos bairros da zona Sul, como Copacabana e Ipanema. Talvez sem saber, o ilustrador Cássio Loredano pôs fim a essa dieta com o livro Rio, papel e lápis, que será lançado no  Instituto Moreira Salles, na Gávea, neste sábado, 8 de agosto, acompanhado de uma exposição das ilustrações que o compõem. Deixando a natureza em segundo plano e homenageando aquilo que foi arquitetado, a publicação propõe um trajeto por preciosidades da vida carioca através de 61 desenhos inspirados em caminhadas do autor pela cidade e feitos com base em fotos históricas e outras do fotógrafo Ailton Silva.

Estão lá a igrejinha da rua Faro, no Jardim Botânico, a do castelinho, em Santa Tereza, o Gabinete Português de Leitura, a Biblioteca Nacional e a Praça XV, no centro, o Museu de Arte Moderna, no Flamengo, e até a Ponte dos Jesuítas, em Santa Cruz, no limite da cidade. Tudo desenhado com grafite, nanquim, esferográfica e aquarela, em traços trêmulos, “meio bêbados”, nas palavras do ilustrador, e acompanhado de textos que ele mesmo escreveu.

Único carioca de oito irmãos que cresceram mudando de cidade com a família, Loredano, 67 anos, se fez jornalista no final dos 60 e, de lá em diante, trabalhou para os principais veículos do Brasil e da Europa – incluindo o EL PAÍS. Desenhou uma rua pela primeira vez na Espanha, quando morou em Barcelona nos anos 80: era o Passeig de Gràcia, conhecido como o “quarteirão da discórdia” por abrigar quatro construções de diferentes arquitetos do modernismo catalão.

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